Google Translate

Mostrando postagens com marcador Palavra para a Família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Palavra para a Família. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

E Deus criou a Família!

“Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem.”Salmos 127: 1 e 2  





Deus criou a família e isto é de conhecimento de todos. A Família é a base da Sociedade e esta frase é usada em quase todas as Ciências Humanas. Afinal todos sabemos que as relações familiares são fundamentais para o Alicerce da Sociedade,  como a conhecemos. Só que vemos hoje que existem famílias atormentadas  pelo abuso e a negligência.  As pessoas pararam de prestar atenção em seus familiares deixaram que suas responsabilidades fossem deslocadas para outros seguimentos da Sociedade. Tornou-se comum esperar que as Escolas e Igrejas tomem para si a responsabilidade de educar as crianças.
Com o advento do divórcio e sua banalização, muitas pessoas tem se tornado solitárias, filhos perdidos de seus laços comuns e recolocados em diversas formas de novas famílias. As famílias não possuem capacidade de cuidar de filhos simplesmente por terem se fixado na ideia de cuidar primeiro de si, abandonando os filhos à própria sorte e com isto,  a rebeldia, a solidão adolescente e até o suicídio desenfreado tem se tornado realidade entre jovens, que estão crescendo despreparados para a vida.
As pessoas esqueceram-se que para se ter uma família feliz e abençoada é necessário existir investimento específico em tempo, amor, diálogo. Companheirismo e proteção, além do mais, seguir os preceitos divinos para a construção de uma família é essencial, uma vez para que algo seja construído conforme o planejado, é necessário seguir o Manual de Fabricação. E no caso da Família, o nosso Manual é a Bíblia. É ela que nos ensina  a forma correta de agir.
 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Casamento - Livre-se das malas!

Velharias

Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas.
Isaías 43: 18

Muitos casais sofrem com as lembranças de decepções passadas, aparentemente perdoadas, mas que por falta de cura fazem mal ao relacionamento.
Velharias sentimentais, principalmente de relacionamentos anteriores fazem muito mal à vida a dois.
Na verdade, resgatar experiências negativas e trazer aos relacionamentos humanos – sejam eles, casamento, namoros, trabalho, amizade ou laços familiares – costuma trazer problemas sérios e destruir relações que poderiam dar certo se fossem vistos com olhos e pensamentos saudáveis.
Curar-se de relacionamentos anteriores é uma necessidade imediata e é algo que a maioria das pessoas não fazem. Elas arrastam os problemas consigo como se fossem malas cheias de sentimentos necessários e indispensáveis. Muitas pessoas, quando terminam um relacionamento acreditam no popular pensamento: ‘Um amor cura outro amor’. Mas as coisas não são exatamente assim.
As pessoas precisam entender que devem passar um tempo sozinhas, observando seus erros e acertos, como se este tempo fosse um ‘luto’ pelo relacionamento terminado. Este tempo serve para que a pessoa se  cure e possa sentir-se livre de todas as lembranças. Só depois disto deve-se procurar formar novos laços.
Livre-se de todas as velharias sentimentais. Tudo o que não ajuda, que te faz sofrer, deve ser deixado de lado. Só assim poderá seguir adiante.
Pense nisto!

domingo, 16 de junho de 2013

Casamento - Seres Completos

Casamento - Seres completos

Deus nos fez seres completos. Homens e mulheres sim, mas seres completos. Com sentimentos específicos e como modos diversos.
Nós inventamos esta ideia de que ‘um completa o outro’. Mas não existe algo mais errado que isto.
O amor, o relacionamento conjugal existe para que possamos trocar ideias, fabricar o futuro, moldar os nossos objetivos. Por isto o ideal é não nos envolvermos em jugos desiguais.
Não precisamos de ninguém que nos complete. O que a gente faz é escolher alguém para compartilhar o futuro. A palavra adjutora, sempre usada por pastores e líderes cristãos se referindo à esposa, tem em sua origem o significado de AJUDADORA(1). Um ajudador se faz companheiro  do outro, toma para si a missão de alguém. Uma vez que encontramos alguém para partilhar um ideal, vivemos de modo a agradarmos não só o outro, mas nós mesmos.
Quando escolhemos viver com alguém, dividir com uma pessoa nossos sonhos, aceitamos entender quem ela é, aceitar suas fraquezas e admirar sua força. E esta pessoa deve entender quem a gente é, aceitar nossas fraquezas e nossa força e não se incomodar se a gente quer crescer mais e mais.
Na verdade a pessoa que te respeita vai crescer contigo, vai te permitir viver de forma livre, de modo que possa alcançar outros níveis e ultrapasse as barreiras que limitam os sonhos.
Quando nos tornamos um, não deixamos de ter sonhos diferentes, adequamos nossos sonhos  de modo a alcançar o outro, a adequar ao outro os nossos ideias. Só quando entendemos isto é que conseguimos de fato ser um só e mantemos a sanidade mental necessária para manter saudável não só o relacionamento, mas a família que criamos partindo do casamento.
Pense bem nisto e tenha um dia maravilhoso.



                                                                 ***********
(1)    E quanto à origem de adjutor, para selarmos as pazes, ela vem do Latim ADJUTOR, “o que socorre, que auxilia, que ajuda”, de ADJUVARE, “ajudar, auxiliar”, formado por AD, “a”, mais JUVARE, “ajudar” propriamente.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Família - Invista na Conquista diária

Família - Invista na Conquista diária



 Maridos, vivei com elas com entendimento,
dando honra à mulher, como vaso mais frágil.

I Pedro 3.7
Muitas pessoas vivem casamentos mornos, outras os sentimentos congelaram, não existe mais aquele carinho que iniciou tudo, que fazia o mundo parecer o Paraíso. E isto acontece principalmente porque as pessoas acreditam que declarar-se ao ser amado basta, que apenas estarem juntos resolve todos os problemas de um relacionamento. Ledo engano que de risonho não tem nada. Estar junto dia e noite não tem nada a ver com estar cúmplice.
A cumplicidade não é adquirida pela simples convivência. Ela é conquistada no dia-a-dia mediante o investir em sentimentos e atitudes que mudam o estado geral do casamento.
O grande impasse nas relações humanas é justamente o viver junto, porém distante. Para que as pessoas estejam de fato de acordo, elas precisam aprender observar tudo o que acontece à sua volta, usar palavras que mostrem que de fato se importam umas com as outras.
E no casamento não é diferente.
Fazer as tarefas específicas, reservadas a cada um, não significa investimento em sentimentos, embora até colabore quando vem de forma a agradar o outro, a auxiliar em suas correrias.

Cuidar do outro em suas necessidades e reconhecê-las é também uma grande ideia. Uma necessidade, na verdade. Esquecida. Os casais esquecem-se de se notarem, de se lerem e perceberem que o outro está com problemas e assim, um segue feliz e radiante, enquanto o outro afunda na tristeza.
Se agimos de forma diferente, conseguimos preservar não só a a relação, mas conseguimos viver de forma saudável, pois o respeito mútuo e a atenção diária fazem estreitar os laços que une um casal.
Este na verdade era o segredo do jovem que se casou com a Princesa Esquecida, ele soube entender que conquistá-la todos os dias iria fortalecer a relação deles e por isto se tornaram tão especiais.
Apaixonar-se todos os dias, pela mesma pessoa,  deveria ser o desejo de todo o casal...
Cuide bem de seu amor.

terça-feira, 4 de junho de 2013

A Princesa Esquecida



A PRINCESA ESQUECIDA
Era uma vez uma princesa muito bela e sensível, que apesar de ter vários pretendentes, nenhum a pedia em casamento, porque ela tinha um problema: era esquecida.
No entanto, não era de tudo que ela se esquecia. Na verdade, ela se esquecia de apenas uma coisa: que havia se apaixonado no dia anterior.
Isso obrigava os rapazes a ter que reconquistá-la todos os dias.

Apesar desta tarefa não ser muito difícil (pois ela se apaixonava com facilidade), eles tinham medo.
Finalmente, apareceu um pretendente muito determinado, e se casou com ela.

Quando eles fizeram cinco anos de casamento, o rei fez uma grande festa e, ao ver sua filha feliz e radiante, mais linda do que nunca, perguntou ao rapaz:
- Aquele problema da minha filha... bem, vocês estão conseguindo superar? Não tem atrapalhado o casamento de vocês?

- Não, meu rei, ao contrário. Ter que reconquistá-la todos os dias não é um problema, é uma bênção. É a força do nosso casamento.


quarta-feira, 20 de março de 2013

Não Crie seu Filho na Igreja [Ir. Beth]



NÃO CRIE SEU FILHO NA IGREJA
Elisabeth Lorena Alves      

Estava aconselhando uma pessoa estes dias sobre criação de filhos e ela me questionou por qual motivo algumas famílias cristãs, que criam seus filhos na Igreja, passam a ter problemas no futuro com estes e, em alguns casos estas crianças aparentemente santinhas acabam envolvidas com a Polícia e do lado dos bandidos e não dos mocinhos.
A resposta é simples e clara: Por serem criados na Igreja e não em casa.
Tem pessoas que acreditam que levar à Igreja faz delas cidadãos honestos, responsáveis e bons. Estão errados.
Assim como estão errados o quem acredita que quem não cria seus filhos fora da Igreja estão preparando pessoas de má índole.
O que faz uma pessoa ser bom cidadão é ser educada a contento dentro de casa. É no lar que os jovens são moldados desde a infância, conhecem regras e sabem quais são os limites. No lar as crianças precisam conhecer os princípios morais de sua família e conhecer desde cedo a Lei que rege seu país. As pessoas acreditam que Deus estava falando que a criança deveria conhecer as normas de Deus, os princípios da Fé, quando Moisés ensinou que os pais deveria falar em todo o tempo, mas esquecem-se que naquela época as Leis de Deus regia o povo de Israel. Era uma relação Teocrática – quando Deus – Teo [Theos] – tem o controle Político  [krátos = Governo], o que aconteceu até quando os israelitas abriram mão disto, pedindo ao sacerdote Samuel que lhes ungisse um rei.
Então nas épocas que antecederam o Governo humano em Israel, as regras eram ditadas pelos sacerdotes, em nome de Deus, e antes deles, através dos líderes e juízes que antecederam o Primeiro Reinado. Mas não é a História de Israel que estamos estudando, queremos falar sobre FAMÍLIA e FILHOS.
Os pais precisam ensinar os filhos a conhecerem o mundo e as pessoas, para que possam fazer as escolhas certas e assim, evitar cair nas artimanhas dos perversos (Salmo 1). Quando bem ensinado o jovem evita os maus conselheiros, não fazem amizade com os de temperamento perverso  e foge da impiedade, além de fugir dos que escarnecem dos valores éticos praticados pela família e pela Sociedade.
É necessário que os pais ensinem os filhos a fugirem das tentações daqueles que praticam a maldade e agem como se fossem as pessoas certas a seguir (Provérbios 1-10). Quando os pais ensinam da forma certa, incutindo valores éticos sérios e mostrando que pessoas más existem e que podem ser evitadas, os filhos entendem que fugir do mal aparente é uma obrigação e que deve ser feito.
Muitas pessoas afirmam que os jovens se perdem por procurarem viver entre amigos, mas os jovens que procuram por amigos pessoas de índole duvidosa, não receberam a atenção necessária no lar e será seduzido  pelos que praticam a maldade, simplesmente por entender que as pessoas tidas como boas não fazem esforço para conquistar aqueles que sofrem com baixa estima. Já os que praticam as maldades agregam entre si jovens fracos no aspecto psicológico por ser mais fácil manipular. Um jovem que é bem educado em casa, tem hábitos de lazer em família e sabe-se amado no lar não precisa buscar fora a consideração e a aceitação de ninguém. Seu núcleo familiar supre-lhe suas necessidades de aceitação e amor e por certo, tem entre os seus o respeito por ideias que foram absorvidos dentro dos laços familiares.
Agora quando o jovem veio de um lar desestruturado, onde os próprios pais não se entendem e não se respeitam, quando cada um diz algo diferente e não respeita os limites impostos por uma das figuras parental, fica fácil para os de má índole enredar para seus propósitos negativos e transformá-los até em bandidos.
Muitos pais acreditam que os deslizes da adolescência são aceitáveis, pois em sua ignorância e permissividade não percebem que são erros que acompanharão seus filhos para  a vida adulta. Muitos pais acham que seu filhos esta crescendo por desrespeitar outro jovem por agredir um desconhecido ou até por fazer pequenos roubos e todos estes detalhes são ‘pontos de referência’ do caráter daquele ser que ele criou de forma displicente.
Quando ouço alguém dizer que “criou seu filho  na Igreja”, chego a me assustar, pois na maioria das vezes o que este (in)responsável está dizendo é que deixou para os pastores e professores do templo a responsabilidade de educar seus rebentos. E a Igreja não tem obrigação de educar ninguém e nem mesmo Escola. A Igreja dá as orientações de  FÉ,  a Escola dá as orientações curriculares e técnicas que preparam o jovem para o Universo do Trabalho e da Cultura, já EDUCAR, impor limites e apresentar as Leis Sociais, Morais e seus Direitos e Deveres é responsabilidade dos pais.
Com as facilidades de nossa Sociedade, que abriu mão de valores e da longevidade dos relacionamentos familiares, muitas famílias passaram a viver de forma frouxa e deixaram de lado a responsabilidade de educar os seus.
O resultado é este que se apresenta: Filhos contra Pais, irmãos contra irmãos e uma Sociedade que não se arrisca a mudar as Leis, pois teme que os seus filhos sejam punidos por elas.
Leve seus filhos a Igreja para praticar a FÉ, mas cuide dele em CASA para que conheça os princípios que farão dele um homem. Se souber educa-lo com amor e pulso forte, os resultados serão satisfatórios e eles saberão como fazer suas escolhas. E creia: Serão escolhas que te deixarão orgulhoso!
Crie seu filho para a vida!

sábado, 16 de março de 2013

Pais Oprimidos


Déspotas Mirins
Família - Pais Oprimidos
Elisabeth Lorena Alves
Quando observamos as famílias atuais, vemos que alguns pais estão deixando de lado sua responsabilidade parental e criando filhos irresponsáveis, brigões e trágicos   que desde os primeiros anos agem com violência com as outras pessoas. Algumas, desde os primeiros anos agridem seus próprios pais, por total falta de limites. E ter limites é algo que todas as crianças precisam ter.  No livro “Déspotas Mirins - O Poder nas Novas Famílias”,  a  psicanalista Marcia Neder afirma que o mundo é hoje comandado por crianças e infelizmente na grande maioria dos lares isto é uma grande verdade. Os pais estão permitindo que os seus filhos criem regras e sejam temidos quando na verdade eles deveriam ser os responsáveis por tudo o que acontece na família.
Se uma criança não é educada de forma correta, pode deixar aflorar seu lado negativo e despertar nela sentimentos e atitudes sombrias.
Muitos pais acabam determinando com suas atitudes egoístas a personalidade de seus filhos de forma negativa. Alguns por sentirem-se culpados por causa de suas muitas responsabilidades para manter a família, acabam deixando claro para seus filhos que não conseguem impor limites e nem fazer cobranças, assim as crianças ‘ocupam’ o lugar vago que foi deixado pelos pais, tornando-se manipuladores e dirigindo seus desejos e até a família, com suas atitudes de pequenos ‘mandatários’ da casa. No início estes pequeninos manipulam os pais com as eternas manhas infantis, esperneando quando querem algo e ao notar o sentimento de culpa dos pais utilizam isto em favor de suas querências. Quantas vezes você já não viu uma criança pedir algo aos pais e na mesma hora lembrar que o pai ou mãe está trabalhando demais e deixando- o com estranhos por muito tempo? Se você não viu é por não ser uma pessoa observadora, pois esta tática é comum entre crianças, inclusive naquelas que sabem o que falar e que são consideradas muito inteligente pelos pais. Na verdade a criança é muito perspicaz, usa sua capacidade de entender as fraquezas dos pais em benefício próprio.
O problema ;e que ela vai crescer assim.
Conheço um garoto de 12 anos que sai da escola as 16 horas e chega em casa por volta das 22. Sua mãe é uma pessoa que sente-se culpada por não poder dar a ele tudo o que quer. Vítima de um acidente de trabalho, a mãe tornou-se vítima das circunstâncias e vive sua vida como vítima eterna de todos. O menino descobriu o desvio da personalidade da mãe e a manipula com seu comportamento agressivo. Decide o que quer comer, aonde quer ir e que horas quer chegar, cobrando dela coisas materiais que ela não pode dar. E na verdade muito do que ele pede nem é necessário mas ele o faz para mantê-la sobre seu controle.
O problema de crianças mandachuva é que por crerem que podem manipular todas as pessoas, já que o fazem bem em casa, passam a agir assim com as pessoas  de fora e podem tornar-se agressores, passando a ter atitudes criminosas ou tornam-se dependentes de drogas, isto por acreditarem que nada os governa. Respeitar autoridades policiais é algo que jamais farão, simplesmente por não conhecerem princípios éticos e limites sociais que o faça entender que não se pode  enfrentar e desrespeitar os valores da Sociedade e seus representantes ou defensores.
Infelizmente nossa atitude frente aos nossos filhos, quando errada ou negativa, determina o que eles farão ou serão no futuro e assim sendo, somos sim responsáveis  caso eles se tornem criminosos ou tenha uma personalidade criminosa, pois é nosso descuido, nossa falta de pulso e a total falta de limites que faz com que eles acham de forma errada.
Uma vez que somos responsáveis pelo crescer e desenvolver de nossos filhos, devemos entender que cuidar para que isto   aconteça de forma adequada é algo que deve ser feito de imediato e sempre desde muito cedo.  Não espere seu filho crescer ou ficar ‘mais grandinho’ para ensiná-lo a respeitar as pessoas e espaços. Comece a agir desde cedo, pois como dizia sabia mente os mais antigos, ‘é de pequeno que se torce o pepino’.
Outra dica da psicanalista que deve ser observada é referente a confundir personalidade  com rebeldia: “E há ainda aqueles que sentem um certo orgulho e se envaidecem por terem um filho de ‘gênio forte’. ‘E isso acaba estimulando o comportamento mandão do filho’ – diz ela.
Uma coisa é ouvir o filho e respeitar sua opinião ou desejo, outra é deixar ser guiado por ele. Pai é o responsável pelo filho e deve ser dele a palavra final.
Lembre-se que seu livro de fé, a Bíblia, te ensina a educar a criança de forma correta, desde a infância, para que depois de mais velho não se desvie das regras. A Sociedade tem regras que devem ser respeitadas, mas muitos pais nem pensam em apresentar estes limites aos filhos pequenos. A criança é um cidadão e como tal deve conhecer desde cedo seus direitos e  deveres.
Pensem nisto!

segunda-feira, 4 de março de 2013

Oração da Esposa


Oração da Esposa [Elisabeth Lorena Alves]


Qual deve ser a oração da esposa então?
"Senhor, me ensine a ser sábia, me ajude a permanecer calada, a falar só o necessário.Quando depender de mim, que eu saiba, Senhor,manter a paz e a tranquilidade de meu lar. Se estiver em minhas mãos ser mais sábia que meu marido, que eu tenha sutileza e humildade para se-lo assim, já que de outra forma destruirei meu lar."

Só que não é só orar. Para uma oração fazer efeito em nós temos que AGIR. E qual é  ação aqui? Calar-se. Só falar quando a panela esfriar.
Casamento não é arroz, que para soltar melhor você tem que aproveitar enquanto esta quente.
Até um príncipe se torna tolo no momento da ira, mas ele é teu príncipe,
Casamento é investimento diário.
Ore por tua vida como profissional, como mulher, como mãe  esposa, mas principalmente, faça algo novo.
Cale-se no momento certo.
Fale no momento certo.
Tenha vitória sempre!


Elisabeth Alves

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Cuide de sua Família - Arrependimentos

Família e Arrependimento – Comunicação [Irmã Beth]



Família e Arrependimento – Comunicação
Elisabeth 
Assisti agora Razões do Coração agora. A sinopse diz apenas que uma mulher viaja à sua cidade natal em busca de seus verdadeiros pais, quando encontra o autor de um livro que parece se inspirar na vida dela para escrever uma história. Na verdade eles vivem uma história de erros e desencontros por causas de mal entendidos e não são só eles que vivem assim. O prefeito, a mãe de uma jovem que caiu do penhasco, junto com seu namorado e este acontecimento  muda a vida de muitas pessoas da pequena cidade. Fiquei pensando como um mal entendido pode mudar a vida das pessoas. Como a culpa frente a uma tragédia acaba fazendo vítimas  entre os que ficam e nem sempre tem responsabilidade alguma com os fatos, mas os arrependimentos comuns das pequenas negativas, das discórdias comuns que as famílias acabam vivendo, geralmente por falta de diálogo.
Trazendo para  a nossa vida, vemos que muitas vezes pequenos problemas tomam proporções gigantescas simplesmente por não conversarmos entre nós. Muitas famílias começam desde cedo com a falta de comunicação. Muitos pais ficam esperando os filhos terem determinada idade para iniciarem uma conversa e não criam laços desde cedo.
Esperar uma criança crescer para só então falar de qualquer coisa com ela, é perder os melhores anos da comunicação.
O melhor dia para começar conversar com seu filho é o dia que ele nasce.  Afinal, na maioria das vezes você passou a gravidez toda falando com ele. Deixe agora conhecer o rosto da voz que ele já conhece. Claro que ele não vai reagir falando e sorrindo, mas vocês estarão criando laços novos, formando sua história.
As pessoas não gostam de pensar nisto, mas nos primeiros anos das crianças o centro de suas vidas são os pais. Então que tal aproveitar este interesse e investir tempo  em seu filho?
A Bíblia ensina que devemos ensinar nossos filhos em todo o tempo, seja andando ou parado, na mesa ou na cama, mas os interesses individuais nos impede de pensar mais nestas pessoas pelas quais temos responsabilidade diante de Deus, da Sociedade e da Família.
Quando olhamos para situações como a do filme em questão, vemos que muitas vezes o arrependimento vem tarde. Os pais começam a se questionar como seria se tivesse agido de um modo ou de outro e este sentimento não resolve mais a questão.
Filhos que não ouvem seus pais quando o assunto é droga, namoros e outras questões estão agindo com os pais, como estes agiram na infância: indiferença.
Não espere seu filho crescer e ter problemas para conversar com ele, não espere que ele morra para imaginar o que deveria ter feito, comece agir agora e tenha um futuro livre de arrependimentos.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Casamento - Aprenda a relevar

A Importância de relevar

 
"As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse. Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir."
Um significado simples para relevar, é desculpar. Relevar é não levar em conta, perdoar. Trocando em miúdos, é não super valorizar um problema no relacionamento, seja ele qual for.
Muitas vezes damos muito valor a pequenas rusgas em nossas relações e acabamos magoando as pessoas que nos cercam. No trabalho nos irritamos com colegas simplesmente porque não colocaram as canetas de pé no porta lápis, em casa nos irritamos por um filho não dobrar as cobertas, o marido jogar a toalha molhada na cama e outras pequenas situações que poderiam ser relavadas. Sabe que o filho não dobra as cobertas, então ou dobra você ou deija lá, uma hora ele desiste de quebrar braço com você e faz a cama. Ou se o maridão não lembra de deixar a toalha no suporte, experimente surpreendê-lo com um carinho e aproveita e joga  a toalha na máquina.


Sempre há alguma forma de quebrar o gelo, seja com sorrisos, com agrados ou simplesmente sendo indiferente ao problema em questão.
Reservem suas forças para situações realmente desgastantes e que precisarão de atitudes menos calorosas.
Um arroz sapecado, um bolo solado ou um bife um pouco mais passado tem ocasionado muito divórcio. E tem sido chamado de a última gota.
Conversando com as pessoas que agem assim, reclamam por pouco, acreditando que é o fim do mundo, reparo que seu conta gotas estava cheio de situações pequenos que poderiam ser relevadas e até encaradas com bom humor.
As pessoas não procuram encarar seus próprios problemas de frente.  E acabam criando monstros em situações que seriam apenas sombras, caso a pessoa estivesse mais calma e fosse menos 'temperamental'.
Outros casais trazem para dentro de casa problemas do casamento dos pais. Então os fantasmas de outra relação fica assombrando um novo relacionamento. Não é por seus pais terem brigado a vida inteira pelo arrastar de chinelos da sua mãe e tábua do banheiro molhada de seu pai que vocês devem repetir a questão. Caso aconteça,seu casamento esta fadado ao fracasso desde o início. Pare de brigar por coisas miúdas, não desgaste seu relacionamento por coisas totalmente irrelevantes.
Aprenda a suprir suas faltas. Um não é bom com a arrumação da casa, mas ela gruda o arroz, um não lembra de consertar o sifão da pia, mas ela não lembra de guardar a louça, um não lembra de tirar o lixo, mas ela não lembra de colocar o galão de água mineral no carro. São coisas pequenas. Pequenas situações totalmente contornáveis, não encare como montanhas o que são apenas pedriscos.

Não sabe cozinhar marido? Seja o maior lavado de prato da História, de modo que se um dia a Bom Brill quiser substituir o Carlos Moreno você seja contratado sem passar por testes. O arroz gruda esposa? Prepare uma sobremesa maravilhosa de modo que ele nem sinta o gosto do arroz, de tanta vontade que vai ficar para degustar sua sobremesa. Não lembra de arrumar o sifão? Contrate um técnico. Tudo pode ser contornado.

Reparo quando uma pessoa morre  ou um casamento se desfaz e passou a raiva, que a pessoa olha para tr;as e diz: ''Devia ter dito isto'' ou ''Devia ter feito isto'', mas as frases mais comuns quando a morte vem é ''Não devia ter brigado com fulano por tão pouco''. Só que depois de morto não há como você pedir perdão a ninguém. A vida acabou.
Pense no que é melhor de ambos e junte para construção de seu lar. é a soma de suas qualidades - e não dos defeitos - que devem formar as lembranças que povoarão a mente de seus filhos quando vocês não estiverem mais aqui.
Pense nisto!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A Mulher Infiel - [Irmã Beth]

A Mulher Infiel
Elisabeth Lorena Alves

  • Ele não é mais do que eu nesta casa e nenhuma cousa me vedou, senão a ti, porque és sua mulher: como, pois cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus? (Gênesis 39.9)

 
Houve em certa época uma mulher rica, mimada e de mente volúvel que resolveu ter para si um dos escravos de sua casa.
Consciente de seu poder de atração e de sua beleza, ela começou cercar um jovem que atendia em sua casa, este também de grande beleza, inteligente e fiel à casa que o abrigava.
Ao ver que seus esforços eram falhos, ela começou a imaginar formas de ter o jovem para si.
Um dia, ao ver que o marido e os demais servos afastaram-se da casa para cuidar de seus afazeres, esta mulher ardilosa aproximou-se do jovem e o tentou, mas este apresentou a ela os motivos que o impedia de ficar com ela.
Mostrando-se respeitoso à casa do patrão e alegando que fora-lhe recomendado tudo, menos a posse desta mulher, falando de sua fé e lembrando de tudo o que aprendera quando ainda em seu lar, o jovem fez de tudo para fugir desta mulher, mas ela o atacou.
Acostumada a ter tudo o que queria, ela não aceitava ser rejeitada pelo escravo de sua casa, mas ele tinha ainda uma forma de sair desta situação. Quando ela agarrou-lhe pelas vestes, ele escapou, deixando em suas mãos a capa que portava. Ao ver que nada poderia fazer para conseguir satisfazer seus desejos, a mulher iniciou sua vingança infundada, quando começou gritar.
Com a chegada do esposo e tendo ela contado sua história o jovem fujão foi condenado a prisão. Onde passaria anos de tribulações e dores. Como era doce àquela mulher a sensação de ter destruído o escravo orgulhosos. Quem era ele para desprezar a mulher de Potifar?
Os anos passaram e a mulher vingativa esqueceu-se do jovem que fora condenado injustamente a prisão pelo seu falso testemunho. Para ela, o jovem esquecido não era mesmo ninguém e ela não perdia um minuto se quer de seu dia fastioso e vazio, com considerações sobre seu comportamento inconsequente e a injustiça da qual fora protagonista. Embora não pensasse nele, ela creu que o dia em que fora desprezada, era a última vez na vida que ela viria o jovem.
Só que independente de seu ato egoísta, o jovem escravo onde estivesse, sabia se fazer ouvir e agi com sabedoria, sempre conquistando tanto seus iguais como a seus superiores.
Anos após ter interpretado os sonhos de um dos servos do faraó, seu nome foi lembrado no Palácio, pois agora o rei tivera um sonho e nem sábios e conselheiros conseguiam descobrir o sonho e seu significado. O copeiro que atendia ao rei lembrou-se do esquecido jovem que vivia na prisão e de quee fora ele quem um dia o ajudara com seu sonho e acertará.
O sonho do rei foi descoberto e para que elenão se cumprisse o jovem escravo se tornou governador do Egito.
E é aqui que a história dele e da mulher infiel se cruzam. Ciente de sua mentira e da injustiça que infligira ao jovem rapaz, ela que se via como uma mulher poderosa era obrigada a curvar-se ao ex-escravo a quem atribuíra um erro que era seu.
Esta história nos ensina que não existem ninguém melhor que ninguém e que um dia seremos confrontados com a verdade que um dia escondemos. Que enquanto esposas ou maridos, devemos ser fiéis aos nossos cônjuges e orarmos a Deus que nos livre de desejos extraconjugais. Que se estamos tendo tempos ociosos que nos fazem ter ideias negativas, errôneas e destrutivas, devemos procurar ocupá-los de forma a termos nossos pensamentos restaurados e voltemos respeitar os laços matrimoniais.
Que em todo o tempo nossa oração seja: Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável (Salmo 51.10) e que seja verdadeira e não uma repetição automática. Só a sinceridade de nossos sentimentos e em nossa oração poderá mudar as situações se por acaso deixarmos de pensar em Deus e decidirmos atender nossos próprios desejos.
A mulher de Potifar é um exemplo negativo e devemos evitar com todas as nossas forças, repetir seus erros.
Na história de José, ela é o elemento que serve para provar a fidelidade dele para com Deus e aos homens, afinal ele era um jovem que tinha atitudes louváveis e frente a vilania desta mulher mimada e sem escrúpulos, a fé e o respeito deste jovem se destacaram.
Que jamais nossos erros sirvam para dar destaque a qualquer pessoa. Pelo contrário, que nossas atitude de fidelidade,justiça, companheirismo e lealdade sejam sempr epor testemunho na vida de outras pessoas.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Seguir a Cristo pelo motivo certo [Edna Bispo]

Seguir a Cristo pelo motivo certo
Edna Vieira Bispo
18 Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado; por onde conhecemos que é a última hora.
19 Saíram dentre nós, mas não eram dos nossos; porque, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; mas todos eles saíram para que se manifestasse que não são dos nossos (São João 2).
Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados por amor do seu nome (I João 2-12).
Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele (I João 2-15).

Muitas pessoas caem ao longo da caminhada para o Céu, mas estas pessoas, que geralmente culpam outros por suas atitudes, estavam firmados no foco errado.
Se como esposa, resolvo servir a Cristo porque meu esposo agora aceitou servir a Jesus, caso ele se afaste, obviamente eu vou me afastar também. Se eu mudar meu foco durante a caminhada é outra coisa, pois se meu compromisso passou a ser com o Senhor, assim, não há nada que abale a minha fé.
Quando, enquanto irmãos, sentimos pelos que se deixam cair, é por nosso amor a estas pessoas, nos apegamos, mas a pessoa tem que crescer. É uma necessidade urgente, mas infelizmente existem as influenciáveis e com estes é apenas orar. Depois de caírem, podem sim voltar. Quando o arrependimento vem, trás com ele o aprendizado. Fica a lição para a vida toda.
Os anticristos se manifestam e levam os que não estão focados em Cristo. Vai ser assim, agora mais do que antes, pois estamos aumentando. E o anticristo já está entre nós e se porta como nós, enganando a muitos.
Existem diferenças nestes enganos todos. Afinal, uma coisa é se enganar, outra é deixar ser enganado. Quem se engana vai a Igreja procurar amigos, quem se deixa enganar, sai da Igreja por causa dos amigos, por causa destes mesmo amigos que fizeram dentro do Templo, geralmente pessoas que não tem compromisso com Deus.
Resolve-se este problema, indo a igreja procurar a Deus, e não amigos. Não devemos fazer isto de forma errada. E se agimos certos não somos enganados.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Criança Feliz - [Elisabeth Lorena Alves]

Permita que seu filho seja feliz e crie memórias que o farão crescer de forma saudável.
Muitas vezes vemos as pessoas criticarem as mães por permitirem que eles - os filhos - tenha atitudes infantis.
No meio evangélico as pessoas vivem proibindo tanto as crianças a viverem no ambiente social comum que acabam criando crianças  sem traquejo social, cheios de problemas psicológicos.
Como pais devemos ensinar nossos filhos a viver de forma digna, saudável e feliz. Além de  apresentar-lhes um mundo onde eles poderão fazer escolhas. E só se faz escolhas quando conhecemos os caminhos.
Ensinar o caminho que deve andar é dar parâmetros para  que a criança saiba usar . Sim, limites é algo necessário de ensinar, mas devemos respeitar sempre o tempo da criança. Devemos lembrar que alguns castigos, além de desnecessário, podem destruir a auto-estima de seu filho.
Filhos saudáveis é responsabilidade dos pais e como despenseiros de Cristo que somos na terra, devemos cuidar bem daquilo que Ele nos deu para zelar aqui na Terra. Um dia daremos conta de nossas atitudes.
Cuide do presente que Deus te deu, cuide com muito carinho.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Jônatas, um bom exemplo apesar de um pai nem tanto [Elisebeth Lorena Alves]

Jônatas, um bom exemplo apesar de um pai nem tanto


Quando falamos sobre família e exemplos familiares, acabamos criando uma idéia estranha e esperamos que somente as que passam bons ensinos tenham resultados satisfatórios. Só que existem pessoas cujo caráter vai acima dos ensinamentos familiares. Sejam estes ensinamentos bons ou nem tanto.
Uma família cujo os exemplos foram negativos foi a de Saul. 
Saul, se observarmos bem, tinha um caráter dúbio. Ele saia de sua timidez juvenil aos arroubos de um louco, mas em todos estes momentos era um homem cujo compromisso espiritual era duvidoso. Estava mais preocupado com o que os outros seres humanos pensavam dele do que com a opinião de Deus. Este comportamento hipócrita influenciou seus filhos de forma diferenciada. Um deles cresceu com o caráter fraco e mesmo chegando a ser rei (II Samuel 3), não conseguiu ter seu  nome reconhecido e muito menos teve compromisso com o Senhor, além de não ter conseguido ter respeito nem mesmo de seus servos. Sim, dois deles o assassinaram. Já   Jônatas, que ficou conhecido pela amizade com Davi, que veio ser rei de Israel, tinha outro comportamento. Jovem guerreiro, temente a Deus, entendeu de pronto que o reino fora tirado da casa de seu pai e passado ao amigo, pelas mãos do Profeta Samuel. 
Suas maiores qualidades eram seum dúvida sua justiça e lealdade. E suas atitudes foram o que no futuro salvaram seu filho de viver uma vida de esquecimento e dor.
Houve tempos depois outra pessoa da casa real que também não compactuou com os ensinamentos e exemplos negativos de seu pai. Ao contrário de seu pai, Amon, Josias foi um rei justo e aplicou seu coração e sua alma em servir ao Senhor.
Quando uma pessoa determina em seu coração ser diferente, ela será e isto além de coragem, é uma vitória grandiosa! 
No caso  do jovem Jônatas, seu testemunho, sua amizade e lealdade seguiram-no até depois de sua morte e teve frutos bons. 
Muitas vezes esquecemos que as nossas atitudes nos seguirão depois que partirmos desta terra e este testemunho é que será útil quando não podermos mais nos defender. As pessoas podem falar o que quiserem sobre Saul e Isbosete e até sobre Amón e ninguém falará nada contra quem a eles se dirigirem de forma desdenhosa, mas jamais poderão apedrejar Jônatas pois seu testemunho de justiça e lealdade chegou até nós. Este mesmo testemunho que salvou seu filho do esquecimento.
Ter uma família boa ou ruim não nos impede de querermos fazer o que é certo.
O que interessa sempre é o nosso compromisso com o que é justo. e nós que somos cristãos ainda temos algo mais para nos fortalecer, a nossa fé.

Cuide de sua família de modo que eles aprendam a deixar um bom testemunho de si para o mundo, mas também deixe aos seus familiares este bem. 
Um dia alguém vai ser bondoso e levantar seu testemunho quando ninguém mais souber quem era você. E quando isto acontecer, será que seu exemplo gerará vida?

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Família - Amizade com o mundo

Amizade com o mundo

Amizade com o mundo
Elisabeth Lorena Alves
Muitas pessoas acreditam que proibir seus filhos de terem amizades fora do núcleo cristão vai evitar que eles percam a fé. Quando falam que determinada pessoa é uma companhia não aceitável, esta pensando exatamente nisto. Ora, se como pais estamos preparando nossos filhos para enfrentarem o caminho para o Céu e estamos ensinando-os dentro da Palavra, não precisamos nos preocupar com isto. Devemso permitir sim que nossos filhos conversem com pessoas de fé diferente, que eles conversem com os colegas da escola e do trabalho. O que devemos evitar é que eles aceitem os costumes éticos e morais dos outros como certos. Devemos incutir em nossos filhos o respeito pelas demais pessoas, o que não significa aceitar que os costumes dos outros sejam de fato corretos. Viver com as diferenças é uma atitude cristã. Jesus se relacionava com todo o tipo de pessoa, o que Ele não permitia era que as atitudes e crenças de outras pessoas corrompessem a sua Fé e manchasse o seu Ministério.
A Bíblia nos adverte que devemos evitar é a sedução do pecado, que pode sim estar entre as nossas amizades, mas muitas vezes está dentro de nosso núcleo de fé. Jesus sabia o que era isto. Como Filho de Deus, conhecia a Palavra e entendia que as pessoas que se diziam religiosas e de fato eram, estavam corrompidas e corrompendo as pessoas que não conheciam os Estatutos de Deus. Contra estes ele lutava. Contra os que viviam fora da fé Ele nada tinha a dizer, a não ser apresentar as Boas Novas através de seu próprio testemunho.
Que possamos como pais ensinar nossos filhos a viverem de forma lícita e agradável a Deus, evitando aqueles que querem nos enredar pelo caminho da maldade. É contra estes que há a seguinte advertência na Palavra: "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16). Quando lemos este versículo percebemos que ele esta falando sobre um tipo específico de amizade, as que influenciam para a iniquidade, esta falando de pessoas que a própria Lei Humana condena, aqueles que agem contra qualquer ética e são imorais. Não esta falando do amigo da escola que divide a responsabilidade de um trabalho estudantil com nossos filhos. A estes cabem nossos filhos darem testemunho de vida transformada.
Quando ensinamos nossos filhos, devemos ensiná-los de forma clara, sem usar de voltas e subterfúgios. A boa educação é dada quando além do exemplo, damos também objetivos claros para que nossos filhos ou liderados possam entender quais escolhas fazer. Uma vez que a Palavra nos ensina o seguinte: Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1), esta nos ensinando que devemos evitar a companhia dos que agem de forma errada e não que vivamos longe de todos os seres humanos. Já estudamos aqui sobre Iniquidade e sabemos que mesmo entre nós, cristãos, existem ímpios e iníquos e só conseguimos evitá-los conhecendo a Palavra de Deus e não acompanhando-os em seu caminho, não aceitando para nós, suas atitudes como se fosse certas.
Quando ensinamos aos nossos filhos ou liderados que a insensatez é uma péssima influência, devemos deixar claro que isto significa que o insensato não para e analisa suas atitudes antes de praticar os atos que lhe dá prazer. Por isto é insensato, por nào pensar em consequências para suas atitudes. Uma vez que ensinamos que o insensato zomba do que é certo, seja moralmente ou e relação a nossa fé, veremos que nossos filhos saberão fazer a escolha certa e fugir daqueles que agem de forma errada, evitando assim agirem de forma equivocada. Ensine sempre a verdade. Apresente as opções, esclareça o que importa e deixe claro que contra a insensatez não há concordância, pois uma vez que apessoa evita agir de forma certa, pensando apenas em satisfazer seus próprios desejos, não se importando com o sentimento e com a fé das outras pessoas, não serve nem de companhia nem como exemplo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9). O insensato acha prazer em sua astúcia e acredita que esta é a verdadeira sabedoria.
Que possamos ensinar nossos filhos a viverem de forma coerente, dando a eles base para formar um pensamento crítico. Dar base para a formação de um pensamento crítico é na verdade o verdadeiro papel dos pais enquanto educadores.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Família - Promova a paz na Sociedade

A promoção da paz é um exercício necessário, porém muito difícil quando estamos falando em lar e em família. Sempre deixamos para os outros a responsabilidade de iniciar o processo de conciliação, quando este se faz necessário. Mas biblicamente, estamos errados, pois o apóstolo nos ensinou que, quando depender de nós, devemos ter paz com todos (Romanos 12-18). A questão é que no lar, sempre depende de nós.
Na verdade nosso orgulho - este maligno orgulho - é quem nos impede de desejar dar o primeiro passo quando a crise se avizinha. Que nos lembremos da orientação valiosíssima do escritor aos Hebreus (12-14) que nos orienta que devemos: Seguir a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá a Deus. Ora, seguir é um ato contínuo, então deve ser buscado. Eu tenho que desejar viver em paz e comunhão com as outras pessoas, com os de fora e com os do núcleo familiar.
Um personagem bíblico que nos dá uma aula de convivência pacífica com o próximo, sem dúvida, é o convertido Zaqueu. Quando ele converteu-se - mudou de direção - decidiu que para recuperar sua honra, estava disposta a verificar se tinha lesado alguém, enquanto cobrador de imposto, e, se fosse encontrado erros em seus atos, nesta auditoria que faria em seus negócios, ele pagaria as pessoas prejudicadas com juros e correções.
Esta atitude de Zaqueu deve nos servir de exemplo quando estamos falando de promoção da paz.

E no lar?
Um modo perfeito de manter  a paz no lar, sem dúvida, é usar o conselho do sábio e ensinar o filho a ter limites. Castigar - sem agressão - uma criança e impor limites é necessário, pois a própria Sociedade vai exigir no futuro que este respeite as Leis e Regras - segam sociais ou morais: "Castiga o teu filho, e te dará descanso; e dará delícias à tua alma." (Provérbios 29:17). 
Quando um filho não tem respeito pelos pais, ele repetirá fora os costumes de sua própria casa e, por certo, agirá ainda de forma pior. Assim, o modo correto de evitar este procedimento é tirar dele, enquanto criança, o costume de escarnecer das outras pessoas, de zombar dos irmãos ou amigos e respeitar desde pequeno as autoridades. Afinal, dentro de casa não se deve permitir que uma criança tenha controle do resto dos familiares, e sim, que seja controlado. Quando você cria um filho de modo a ser respeitoso, você esta abortando o escarnecedor, pois o resultado será o inverso dos conseguidos em uma Educação permissiva. Quando os pais permitem tudo, mesmo sabendo que é errado, esta criando um adulto sem escrúpulos e depois este ser deverá ser eliminado da Sociedade. É a ordem natural no processo de preservação da Sociedade, para se obter uma aparente paz: "Lança fora o escarnecedor, e se irá a contenda; e acabará a questão e a vergonha." (Provérbios 22:10). Mas eliminar um adulto problemático é mais caro para a Sociedade e trás resultados imediatos na família, afinal, um criminoso antes foi um filho, uma criança. As pessoas não observam estes resultados, pois estão acostumadas a viver em um meio que aceita pequenos erros como modo de chegar ao destino final. Mas quando observamos com olhos críticos, vemos que os males da Sociedade estão baseados na péssima influência que a maioria dos pais tem em seus filhos e nos erros no processo educacional.
Para evitar problemas com o adulto, corrija o menino.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Crie seus filhos com respeito


"Nem sempre podemos construir o futuro para nossa juventude, mas podemos edificar nossa juventude para o futuro" 
(Franklin D. Roosevelt)
Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele (Provérbios 22-6).

Uma frase comum sobre a defesa do Planeta e que todos pelo menos uma vez já disse: Que planeta estamos deixando para nossos filhos? Mas a verdadeira preocupação com o Planeta  deve ser outra: Que filhos estamos deixando para nosso Planeta? 
Na verdade, quando não criamos limites para os jovens, estamos na verdade criando uma Sociedade sem respeito e sem Justiça, onde sempre valerá o direito individual e não o coletivo.
Mesmo quando amamos, devemos sim cuidar de nós mesmos, pois para ajudarmos aos outros, devemos estar bem, só que na maioria das vezes o interessepessoal não é algo daudável, é na verdade uma busca egoísta por satisfazer os próprios desejos.

Nos Estados Unidos, Sarah Johnson, de 16 anos, moradora de Bellevue,informa a morte dos pais e depois das Investigações, descobriu-se que a menina, por ver seu pai, que era seu herói, não aceitar seu namoro com um rapaz mais velho,planejou e executou sozinha a morte dos pais. Durante as investigaões, descobriu-se que a jovem não possuia limites, pois fora criada como uma princesa e tinha todos os seus desejos realizados. A única vez que o pai disse não a um de seus desejos, ele matou, tanto ele, quanto a mãe.
Claro que quando uma pessoa esta direcionada para  a maldade,  nem sempre  ensinar da forma certa 
 vai transformá-la, mas quando criamos nossos filhos debaixo da Palavra do Senhor, dando-lhes limites e ensinando-os a viver de forma correta, as chances de acertar são sempre maiores.

O sábio ensinou algo maravilhosos sobre Educação continuada:  Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele (Provérbios 22-6). Olha, quando observamos filhos que foram criados com muito amor, mas aprenderam a ter limites, estes se tornam pessoas  firmes, bem  centradas em seus objetivos, mas que respeitam os direitos dos outros e  são cumpridores de seus deveres.
Como pais cristãos temos  a oportunidade de criarmos nossos filhos conforme as regras deixadas na Palavra, ma stemos ainda maior vantagem, uma vez que temos oportunidade de orarmos ao Senhor para que Ele oriente nossos passos e guie nossos olhos à Bíblia, encontrando ali as respostas certas para termos filhos maravilhosos.
Um grande exemplo sobre filho criado na Palavra, sem sombra de dúvida, é o caso de timóteo, que foi criado nos preceitos bíblicos por sua mãe avó, tornando-se um grande pregador da Palavra e auxiliador destemido do apóstolo Paulo.
Quando uma família  alicerça seus filhos na Palavra, criá-los para ser exemplos aos demais: Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza (I Timóteo 4-12).
Os pais devem ensinar com amor seus filhos, mas também com respeito:  E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor (Efésios 6-4). Muitos pais acreditam que por serem autoridades dentro de casa, devem dar sempre a última palavra e com isto vivem uma vida de tribulações, pois querendo reger o lar com autoridade exagerada, acabam sendo autoritários e ditatoriais, trazendo mais males que bem ã família.
Os pais devem saber como se portar com seus filhos e evitar o desdém e a incoerência que são prejudiciais ao bom andamento da família e tornam os filhos revoltados e não  seres saudáveis, prontos  a viverem de forma admirável.
Quando tratamos nossos filhos com grosserias, estamos n averdade criando-os para serem  nervosos e traumatizados, sendo que estas qualidades negativas, moldarão o futuro destes  de modo a serem também pais que não sabem controlar seu próprio espírito:  Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito (Provérbios 25-28). 
Quando criamos nosso lar com sabedoria, encontramos alegria no proceder de nossos filhos:  Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á o meu coração, sim, ó, meu próprio; (...) e exultará o meu coração, quando os teus lábios falarem coisas retas (Provérbios 23 - 15 e 16).
Pense no resultado que deseja hoje, enquanto se prepara para criar seus filhos e se agir conforme a Palavra, poderá comemorar sua vitória no futuro.