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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Atitudes: Amar e Mudar.



Amar e Mudar
Elisabeth Alves


Muitas vezes vemos as pessoas depreciarem umas as outras e mesmo quando temos o poder de interferir, de dizer algo que possa ajudar o que sofre e nos abstemos de ajudar, alegando com segurança, que o problema não é nosso. Mas o problema é sempre nosso, uma vez que se nos declaramos cristãos, devemos nos preocupar com o próximo, principalmente quando ele sofre.
Exigimos, quando somos nós a sofrer, que as pessoas tome uma posição, mas não o fazemos quando estamos como observadores da dor alheia.
Lembro de um texto que li algumas vezes na infância de um homem que assistia o sofrimento de uma mulher. A primeira vez que li me irritei com ele, pois estava vendo que o outro ia acabar matando a mulher, mas ele estava só olhando e não se dignava a sair de sua indiferença para ajudar a indefesa mulher. Só que ao final do texto, ele mesmo fala conosco que se irritou com sua postura e levantou-se do sofá e desligou a Televisão. E, infelizmente, como o personagem deste texto, fazemos isto com as pessoa que nos cercam, aceitamos que elas sofram, sejam espezinhadas, molestadas bem debaixo de nossos olhos e nem ao menos damos de ombro, saímos sem nos importar com as consequências do que está acontecendo e deixamos que as coisas se ajeitem sozinhas. Mas nada se ajeitará sem ajuda.

E esta atitude  temos com o próximo, com o desconhecido e muitas vezes com as pessoas que nos cercam e com as quais temos laços de afeto.  
Que possamos hoje chamar a nós mesmos a responsabilidade e mudarmos de atitude, pois para que as coisas mudem o essencial é que nós possamos tomar uma atitude de mudança.
Não adianta falarmos de Amor se não estamos dispostos  a mudar nossas atitudes para de fato amarmos alguém.

domingo, 16 de junho de 2013

Casamento - Seres Completos

Casamento - Seres completos

Deus nos fez seres completos. Homens e mulheres sim, mas seres completos. Com sentimentos específicos e como modos diversos.
Nós inventamos esta ideia de que ‘um completa o outro’. Mas não existe algo mais errado que isto.
O amor, o relacionamento conjugal existe para que possamos trocar ideias, fabricar o futuro, moldar os nossos objetivos. Por isto o ideal é não nos envolvermos em jugos desiguais.
Não precisamos de ninguém que nos complete. O que a gente faz é escolher alguém para compartilhar o futuro. A palavra adjutora, sempre usada por pastores e líderes cristãos se referindo à esposa, tem em sua origem o significado de AJUDADORA(1). Um ajudador se faz companheiro  do outro, toma para si a missão de alguém. Uma vez que encontramos alguém para partilhar um ideal, vivemos de modo a agradarmos não só o outro, mas nós mesmos.
Quando escolhemos viver com alguém, dividir com uma pessoa nossos sonhos, aceitamos entender quem ela é, aceitar suas fraquezas e admirar sua força. E esta pessoa deve entender quem a gente é, aceitar nossas fraquezas e nossa força e não se incomodar se a gente quer crescer mais e mais.
Na verdade a pessoa que te respeita vai crescer contigo, vai te permitir viver de forma livre, de modo que possa alcançar outros níveis e ultrapasse as barreiras que limitam os sonhos.
Quando nos tornamos um, não deixamos de ter sonhos diferentes, adequamos nossos sonhos  de modo a alcançar o outro, a adequar ao outro os nossos ideias. Só quando entendemos isto é que conseguimos de fato ser um só e mantemos a sanidade mental necessária para manter saudável não só o relacionamento, mas a família que criamos partindo do casamento.
Pense bem nisto e tenha um dia maravilhoso.



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(1)    E quanto à origem de adjutor, para selarmos as pazes, ela vem do Latim ADJUTOR, “o que socorre, que auxilia, que ajuda”, de ADJUVARE, “ajudar, auxiliar”, formado por AD, “a”, mais JUVARE, “ajudar” propriamente.