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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Amor na lata de leite - Pessoas surpeendentes

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.1 Coríntios 13:4-7
Existem pessoas surpreendentes na vida.
Muitas vezes passamos por elas sem ao menos observa-las em suas atitudes que causariam surpresas nas pessoas mais egoistas, pois as atitudes destas pessoas são desprovidas de amor próprio e, por isto mesmo, aqucem seus corações.
Nem sempre estas pessoas tem religião ou fé, mas existem nelas o principio do amor divino. Elas trazem ainda em si, uma chama de esperança que perdemos ao observarmos as atitudes dos outros. SIm, o conmportamento dos outros influem em nossa destruição como seres humanos.
Desde a infância os mais jovens nos ouvem dizer coisas do tipo "porque só eu tenho que ser  bom?" ou "porque só eu tenho que ser honesto?" e "a atitude de um só não muda o mundo, afinal uma andorinha só não faz verão". Sim, nossas palavras, às vezes vazias de atitude, moldam o caráter de nossas crianças e por isto eles crescem sem limites, pois estamos sempre criando neles a malddae.
Quando vemos uma pessoa dar exemplo de honestidade em nosso trabalho, a chamamos de idiota - na frente de nossos filhos.
Quando nosso colega de trabalho se destaca pelo seu trabalho, nos o chamamos de pucha-sacola - na frente de nossos filhos.
Quando um filho perdoa o pai que o magoou, nós o chamamos de trouxa - na frente de nossos filhos.
Quando o policial corrupto te pede uma grana para evitar que você seja multado por uma falta, você aceita - na frente de nossos filhos.
Quando o professor chama a atenção de um aluno por um erro cometido, nós agredimos verbalmente o profissional da Educação - na frente de nossos filhos.
Ei e você quer criar filhos surpreendentes assim como?
Cadê seus exemplos?
O que você faz para influenciar seus familiares de forma positiva?
Quanto de perdão sesu filhos tem visto de sua parte para seu parceiro, por exemplo?
Quanto de futilidade você tem deixado passar só para que não haja confusão no lar?
Quantas vezes você sresolvem os problemas com diálogo?
Bem você está com sua conta no positivo ou negativo?
Seu banco emocional está  guardando o quê para seus filhos sacarem no futuro?
Pessoas surpreendentes criam fi;hos surpreendentes, muitas vezes nos lugares mais absurdo em que a Sociedade nào espera.

A Ilustração abaixo foi vivenciada por L Roberto Sivaldo e mexeu muito comigo. Pois a Sociedade não espera que a spessoas silpes tenham nobreza de caráter, mais tenho visto atitudes como esta em diversos lugares onde muitas pessoas não esperam encontrar tamanho amor e doação.

“Um fato real, dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes da favela – um deles de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo um pouco de comida pelas casas da rua que beira o morro. Estavam famintos: ‘vai trabalhar e não amole’, ouvia-se detrás da porta; ‘aqui não há nada moleque…’, dizia outro… As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças… Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes: ‘Vou ver se tenho alguma coisa para vocês… coitadinhos!’ E voltou com uma latinha de leite.
Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos: ‘você é mais velho, tome primeiro…e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a ponta da língua’.
Eu, como um tolo, contemplava a cena… Se vocês vissem o mais velho olhando de lado para o pequenino…! Leva a lata à boca e, fazendo gesto de beber, aperta fortemente os lábios para que por eles não penetre uma só gota de leite. Depois, estendendo a lata, diz ao irmão:
‘Agora é sua vez. Só um pouco.’
E o irmãozinho, dando um grande gole exclama: ‘como está gostoso!’
‘Agora eu’, diz o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebe nada.
‘Agora você’, ‘Agora eu’, ‘Agora você’, ‘Agora eu’…
E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgota o leite todo… ele sozinho.
Esse ‘agora você’, ‘agora eu’ encheram-me os olhos de lágrimas…
E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar, a sambar, a jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração trasbordante de alegria. Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem está habituado a fazer coisas extraordinárias sem dar-lhes maior importância.
Daquele moleque nós podemos aprender a grande lição, ‘quem dá é mais feliz do que quem recebe.’ É assim que nós temos de amar. Sacrificando-nos com tal naturalidade, com tal elegância, com tal discrição, que os outros nem sequer possam agradecer-nos o serviço que nós lhe prestamos.”
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