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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O que é o amor - amor e perdão no automático

O que é o Amor

Olha, as pessoas passam anos explicando o que é o amor em poesia, verso, prosa, comédia, filme e novelas.
As Bibliotecas estão repletas de livros de Amor, mas o que é o amor?
Amor é o prazer que sentimos quando doamos algo de nós a alguém.
É quando doamos algo de nós. Mesmo que nos custe muito, mesmo que nada nos custe. O amor é dar e receber e, lembre-se sempre dar mais que receber.
Quem ama se doa, dá sem esperar nada em troca. isto é amor, passou disto é apenas paixão. O amor de Vinicius que seja eterno enaquanto dure, é paixão.
Amor que te consome a alma, que te tira do chão, que te dá asas, é paixão.
O verdadeiro amor, não tem rancor, não aceita medos.
Se você ama, você vai abrir mão de sua vontade para fazer alguém feliz. E vai ser feliz assim. Simplesmente se doando.

Existe uma ilustração que fala de amor pela perspectiva das crianças que gosot muito e vou partilhar. Nada vou dizer depois. Quero apenas que você pense neste amor. Possível e verdadeiro.

Amor de fato não espera vantagem. O amor deve ser como o amor de criança, intregue, perfeito. As criançs quando amam nos dão lição de perdão e comunhão. Você bate em uma criança e ela se afasta de você, mas logo depois vem com qualquer desculpa e se aboleta em seu colo e quando você vê, toda a tristeza foi embora. mas sabe porque elas agem assim? Elas sabem que não precisam d emuito para serem feliz, elas perdoam no automático e nós fazemos cera, acumulamos informações. As crianas de verdade,esquecem logo. Nós, diferente delas, amamos acumular sujeiras debaixo do tapete princip[al do coração. Jesus um dia falou ... "em verdade vos digo que quem não receber o reino de Deus como criança , de maneira nenhuma entrará nele" (Mc 10:15)


O que é o amor?
Numa sala de aula haviam várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:
- Professora, o que é o amor?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e ao voltarem a professora disse:
- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:
- Eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda criança falou:
- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo.
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:
- Meu bem, porque você nada trouxe?
E a criança timidamente respondeu:
- Desculpe professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.
Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.
Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração e não em nada físico".
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