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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Filhos – um assunto que não acaba

Filhos – um assunto que não acaba
Introdução
Alguém já disse que você pode deixar de ser tudo, menos pai e esta é uma grande verdade, mas existem família que parecem pensar diferente, já que erroneamente acreditam que a educação dos filhos é algo para ser tratado mais a frente. No entanto o sábio ao escrever sobre filhos ensinou que devemos educá-los enquanto menino: Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele (Provérbios 22:6) e deixa claro que só isto pode evitar que ele esqueça os ensinamentos do lar. Na verdade esquecemos que as crianças aprendem pelo que observam dos atos dos pais e das atitudes que os pais admiram nos outros.
Pais e Filhos
Os pais devem ensinar as crianças desde a mais tenra idade justamente para criar neles o piso basilar que os fará crescer seguindo passos definidos durante seu crescimento. Muitos casais planejam suas famílias sem ao menos pensar na forma que irão criar seus filhos e depois, quando eles chegam decidem que os educarão e lhes darão limites quando alcançarem a puberdade, esquecem-se de sua própria adolescência e da rebeldia que surgiu durante ela.
Sim, os adolescente tendem a se rebelar contra os limites pois geralmente não entendem para que serve. Por isto mesmo durante o processo educacional os pais devem ensinar sobre causa-efeito, afinal quando eles aprendem desde cedo sobre consequências aprendem a ser um ser humano consciente e observador, evitando passar por situações que lhes tragam prejuízos. E como se ensina algo de forma que eles aprendam? Ora, simplesmente ensinando sempre, aproveitando todas as oportunidades para passar a eles as diretrizes familiares: E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te (Deuteronômio 6:6-7).
Sempre devemos manter nossos ensinamentos baseados na sabedoria. Nada de ensinar algo que não é proveitoso aos filhos ou apenas por implicância: Abre a sua boca com sabedoria, e o ensino da benevolência está na sua língua (Provérbios 314-26). Sim, mesmo o disciplinar seja em amor. Onde há amor não há contenda.
Vivemos uma época em que existem muitas formas de educação dos filhos e alguns utilizam de técnicas de castigo que significam ficar em um lugar da casa “pensando”, mas existe diferença entre violência física e umas varadas. A Bíblia diz algo sobre isto: Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga (Provérbios 13:24), sim, disciplinar através de um castigo físico como algumas varadas e um castigo relevante como tirar algo de uma criança, gera mais efeito do que incentivá-lo a pensar, até porque pensar deve ser uma atividade permanente e não apenas quando cometemos nossos erros particulares. A Sociedade que abomina a educação disciplinar dos filhos é a mesma que constantemente abre discussão sobre a Pena de Morte a diminuição da Maioridade, classificando a Lei como permissiva por soltar ou punir de forma leve grandes crimes cometidos por crianças e adolescentes. Não conseguem entender que filhos bem criados são adolescentes e adultos melhor preparados.
A correção adequada não torna ninguém traumatizado e enfurecido, muito menos os torna marginais. Na verdade uma pessoa realmente inteligente sabe que na maioria dos casos das pessoas de mente perigosas e serial killer, o que os torna perigoso é viver em família desequilibrada aonde havia permissividade. Justamente a falta de limite e respeito é que os fizeram perigosos, escória da Sociedade: A vara e a repreensão dão sabedoria; mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe (Provérbios 29:15).
Claro que vai chegar a hora em que ensinar não vai mais ser preciso, ou não vai adiantar mais, o melhor é estarem certos, enquanto pais, que fizeram todo o possível para ensiná-los e esperar o que farão com o que aprenderam em casa. Nada de fazer cobranças desnecessárias, afinal elas podem contribuir para o fim da paz no lar. Muitas vezes confiar no filho vai trazer a certeza de que eles realmente aprenderam o que foi ensinado e colocarão em prática tudo o que vivenciaram no lar. E cobrar quando desnecessário tira deles o prazer de obedecer e agradar, além de estressá-los desnecessariamente: Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo (Colossenses 3:21).
Sim, mesmo quando parece que estão ciente de todas as consequências, os pais jamais devem se impor aos filhos quando jovens ou adultos. Por isso mesmo as normas que os farão obedecer devem ser apresentadas na infância e só assim eles jamais desobedecerão. A paz no lar deve sempre depender dos pais. São os pais quem devem estar prontos para dissolver os problemas entre irmãos e orientar quando for necessário, tenha os filhos a idade que tiver. Isto só será possível quando forem pais que buscam ter paz e tranquilidade para administrarem o lar. Aqui cabe uma orientação que foi dada aos irmãos de Roma: Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens (Romanos 12:18). Parafraseando Paulo: Se for possível, quanto depender de vocês pais, tenham paz com vossos filhos.
E voltando ao início, filhos são para sempre. Cuide bem, pois quem cuida do jardim vê primeiro as borboletas.
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