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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sexo antes do Casamento

Série Família

Sexo antes do Casamento

Leitura Bíblica
Seja abençoado a sua dispensa e alegra-te com a esposa que escolhestes na mocidade' (Provérbios 5-18).

Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mancha, porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13-4).

É comum as pessoas questionarem apostura da Igreja Evangélica em relação ao sexo antes do casamento. Mas há algumas observações a fazer que validam esta ordenança e torna a família mais segura e feliz.

Um casal apaixonado se relaciona antes do tempo estipulado pela família, a Igreja ou a Bíblia, a paixão acaba, a relação também e ficam ambos a viver suas vidas de forma comum até surgir outro relacionamento. E isto acontece tão rápido que parece que os jovens acreditam que são de fato seus últimos dias na terra. Novamente a paixão e novas relações. Assim a vida sexual dos jovens inicia-se e consuma-se muito antes do casamento.

Acontece que sexo antes de casamento implica em situações difíceis para ambos no aspecto físico, emocional, familiar e espiritual.

No aspecto físicoexistem as doenças sexualmente transmissíveis que se alastram entre os jovens e podem causar infecções, lesões sérias e definitivas no corpo e sistema reprodutor, como a esterilidade, por exemplo, e, em alguns casos até a morte, quando contraem vírus como a AIDS.

No aspecto emocional, embora vivamos numa Sociedade que prega a libertinagem como liberdade, quando se é criado sobre normas morais e se foge delas é comum surgir com o passar do tempo sentimentos de culpa ou a sensação de ser usado por outros, a perda da dignidade. O jovem olha para si e vê que está sempre perdendo tempo em relações fúteis e passageiras, mas como iniciou sua vida sexual mais cedo tem necessidades fisiológicas das quais não tem mais controle.

No aspecto familiar, além de muitas vezes iniciarem sua vida adulta antes do tempo, geralmente é contra os desejos dos pais. Neste caso o despreparo tende a ser maior, assim além de enfermidades, os jovens podem cair em situação difícil se há uma gravidez envolvida e a chance de acontecer é muito grande simplesmente porque os jovens costumam não se proteger como se deve. Para muitos a proteção é considera como falta de confiança e assim é natural que haja filhos envolvidos. Filhos não planejados. Neste ponto pode acontecer um casamento indesejado também, que já começa arruinado. Isto porque não compensa remendar trapo velho. Mas as famílias geralmente incentivam que se vá ao casamento. Em outros casos, aparece a possibilidade do aborto. E neste caso, mais uma vez as atitudes vão contra Deus e sua Palavra, já que para o nosso Criador a vida é sagrada. Mesmo o embrião Deus já vê como um ser vivo, afinal Ele disse ao Profeta que o escolhera desde o ventre, enquanto era formado (Salmo 139-16). Na própria Palavra, está uma ordem sobre a vida:“Não matarás”(Êxodo 20-13), e quanto ao aborto está registrado que também é morte e deve ser castigado por homicídio (Êxodo 21-22 e 23).

Na verdade Deus não proíbe o sexo, Ele não aceita promiscuidade. Dentro do casamento o sexo é permitido e quem impõe limites é o próprio casal: E Deus os abençoou e lhes disse: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra” (Gênesis 1-28). E quando vivemos dentro dos padrões bíblicos vivemos uma vida mais sossegada e feliz, pois obtemos a paz de espírito, temos relacionamentos mais fortes e saudáveis, livres de comparações desnecessárias, boa autoestima e, acima de tudo, a aprovação de Deus.

No aspecto espiritualvemos algo mais. Se queremos ter uma vida de comunhão com Deus devemos fazer as escolhas certas. Deus é Santo e quer que também sejamos santos. Ele sabe que somos carnais e que de travamos uma luta diária entre a carne e o espírito, mas a própria Palavra que admite que a carne é sim mais fraca, nos ensina que o Espírito vivifica, ou seja, é mais forte. E temos a quem clamar quando nossos desejos carnais tentam falar mais alto. Caso seja necessário de fato, os jovens devem apressar a data do casamento, para não “se esquentar”,como diria o apóstolo Paulo (I Coríntios 7-9). O próprio apóstolo Paulo ainda afirma, no mesmo capítulo, que por causa dos desejos carnais cada um deve ser seu próprio cônjuge, seja este homem ou mulher (v. 2). E mais, que tanto homem ou mulher devem suprir as necessidades do outro (v. 3).

Criando os filhos para serem Responsáveis por suas

próprias decisões

Quando criamos nossos filhos debaixo da Lei de Deus, corremos sim o risco deles se extraviarem, mas isto só acontece quando permitimos que apesar de viver debaixo da Palavra do Senhor, eles vivam em comunhão permanente com pessoas que praticam outro tipo de fé e vivem sobre valores morais diferentes do que imprimimos à nossas crianças. Na verdade devemos ensinar nossos filhos a terem padrões sérios, mas também a observar cada uma das consequências de viver de forma desregrada. Afinal vivemos neste mundo, mas não podemos ter comunhão com os que são ímpios ou praticam a impiedade. Isto por que há promessas de Bênçãos sobre a vida daqueles que não compactuam com os que praticam a maldade (Salmo 1).

Quando ensinamos nossos filhos observar as consequências dos seus próprios atos, eles aprendem não só evitá-los, mas tornam-se pessoas mais críticas. Não como críticos que julgam as pessoas e as condenam, críticos de si mesmos, que saibam observar bem e fazer apenas o que é bom. Paulo adverte algo bastante útil para ser usado em situações como esta: Examinai tudo, retêm o que é bom (1 Tessalonicenses 5-21).





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